A geração de energia para consumo próprio a partir do sol, em sistemas de minigeração e microgeração distribuídas, atingiu a marca de 3GW de potência instalada. A energia solar é a principal fonte quando o assunto é empoderamento do consumidor - ela representa 94,2% da potência instalada em GD e 99,8% das conexões. A modalidade também pode ser feita com Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), térmicas a biogás ou biomassa e usinas eólicas. Somando-se todas as fontes utilizadas, a GD conta atualmente com 3,18 GW de potência instalada no Brasil.

"A liderança desta fonte se deve, principalmente, à sua versatilidade e adaptabilidade: os paineis podem ser instalados em terrenos, telhados, paredes, há inclusive filmes flexíveis, e os avanços tecnológicos estão permitindo uma redução de custos muito relevante", afirma Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD). Os projetos de GD solar podem conter diferentes quantidades de módulos fotovoltaicos, atendendo desde famílias pequenas até indústrias. Outras fontes exigem uma demanda maior de energia para justificar o investimento no projeto, ou um modelo de negócios diferente. "O sol é um recurso democrático e abundante no Brasil", afirma o executivo, que acredita que estas características vão manter a fonte solar fotovoltaica sempre na liderança do ranking.

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